Imagem dos ramos de √°rvore do ginkgo biloba cobertos com as folhas da queda.

Um leitor me perguntou: "Quando eu deveria estar regando as √°rvores no outono? E quanta √°gua eu preciso dar a elas?" Esta √© uma pergunta inteligente, porque n√£o se trata de irrigar √°rvores no outono ou n√£o. √Č mais complicado que isso. Precisamos identificar o momento certo no outono para regar. N√≥s sabemos por que voc√™ deveria estar regando as √°rvores no outono gra√ßas ao FAQ anterior. Ent√£o, agora vamos olhar detalhadamente para quando faz√™-lo - e quando n√£o faz√™-lo.

Quando molhar as √°rvores no outono

  1. Parar de regar as √°rvores, perenes e dec√≠duas, ao longo do in√≠cio do outono, at√© o momento em que as folhas das √°rvores dec√≠duas caem (esta mudan√ßa not√°vel nas √°rvores dec√≠duas serve como um indicador √ļtil, enquanto suas contrapartes permanecendo relativamente inalteradas, oferecem pouco em o caminho da orienta√ß√£o). Essa parada na rega permitir√° que √°rvores perenes e caducif√≥lias entrem em uma fase de transi√ß√£o, n√£o diferente do "endurecimento" sofrido pelas plantas de viveiro na primavera. O que voc√™ est√° tentando evitar aqui est√° causando surtos de novos crescimentos que n√£o ser√£o duros no inverno. Esse crescimento n√£o resistente √© mais prov√°vel de ser danificado se voc√™ tiver tempo frio de repente varrer sua regi√£o.
  2. No final do outono, depois que as árvores de folha caduca deixaram cair suas folhas, dar a ambas as árvores perenes e de folha caduca uma rega profunda. Isso deve ser feito antes que o solo congele. Se você esperasse até que o solo congelasse, o solo congelado e sólido agiria como uma barreira. Essa barreira impediria que a água vazasse adequadamente para as zonas de raiz das árvores em tempo hábil.

Exemplos de árvores decíduas e perenes

Para o bem dos iniciantes, mencionarei exemplos de √°rvores dec√≠duas versus perenes aqui. Se voc√™ estiver em um n√≠vel mais avan√ßado e desejar pular informa√ß√Ķes sobre a quantidade exata de √°gua que dar√° √†s suas √°rvores no outono, v√° at√© a pr√≥xima se√ß√£o.

A seguir, exemplos de árvores decíduas:

  1. Aspen
  2. bétula
  3. Faia
  4. Corniso
  5. Ginkgo (ver foto)
  6. Bordo japonês
  7. Bordo vermelho

As √°rvores perenes se dividem em duas categorias diferentes:

  1. Aqueles que têm folhas em forma de agulha, folhas em forma de sovela ou sprays achatados de folhas semelhantes a escamas
  2. Aqueles com folhas em forma mais como aqueles em uma árvore "regular" (isto é, decídua).

Para fins de regar as árvores no outono, esses dois tipos de árvores perenes podem ser tratados da mesma maneira. No norte, há muito mais exemplos do primeiro grupo. Talvez o representante do segundo grupo que será mais reconhecido pelo entusiasta médio de paisagismo na América do Norte seja o azevinho americano. Exemplos do primeiro grupo incluem:

  1. Abeto vermelho de Colorado
  2. Cicuta canadense
  3. Abeto de Alberta an√£o
  4. Pinheiro branco oriental
  5. Arborvitae verde esmeralda
  6. Cipreste Hinoki
  7. Cipreste Leyland

Medindo a quantidade correta de √°gua

Você agora sabe não apenas por que, mas também quando regar as árvores no outono. Mas, em certo sentido, essa é a parte fácil. A questão de quanto molhar as árvores é mais difícil, porque envolve uma medida.

Observe tamb√©m que h√° mais de uma maneira de medir a quantidade correta de √°gua a ser fornecida. Algumas pessoas preferem medir em termos do n√ļmero de gal√Ķes de √°gua necess√°rios. Mas vou dar-lhe uma diretriz diferente, porque tamb√©m servir√° como uma ferramenta de ensino para onde regar suas √°rvores.

Aplicando √°gua a √°rvores ao redor da "linha de gotejamento"

Voc√™ deveria estar regando suas √°rvores em torno do que os arboristas chamam de "linha de gotejamento". O que √© essa linha de gotejamento? Fique de p√© debaixo da sua √°rvore e olhe para o dossel. Mova-se de modo a posicionar-se diretamente sob as bordas externas desse dossel. Voc√™ est√° agora em p√© em uma parte do c√≠rculo que comp√Ķe a linha de gotejadores.

A maior parte da água que as raízes de sua árvore vão extrair do solo será extraída dessa área e da área que fica do lado de fora (mais distante da árvore). Em outras palavras, as pessoas que regam uma árvore perto de seu tronco estão traindo um mal-entendido fundamental sobre como as raízes das árvores absorvem água. As raízes menores, chamadas "alimentadoras", são as que extraem a maior parte da água do solo, e essas raízes alimentadoras tendem a emanar da linha de gotejadores.

O solo deve estar √ļmido, n√£o encharcado

Tanto para o "onde?" Mas quanta √°gua voc√™ deve aplicar a esta √°rea de gotejamento no outono (ou em qualquer √©poca do ano, na verdade)? As important√≠ssimas ra√≠zes alimentadoras residem principalmente nos 1 p√© superior do solo. Portanto, seu objetivo ao regar uma √°rvore √© umedecer o primeiro p√© do solo na √°rea da linha de gotejamento. Note que voc√™ quer que o solo acabe √ļmido, n√£o encharcado (sim, existe uma coisa que super rega uma √°rvore). Esta diretriz de profundidade de 1 p√© √© mais √ļtil do que falar em termos de gal√Ķes, porque o n√ļmero de gal√Ķes requeridos depender√° de fatores como o qu√£o bem o solo ret√©m √°gua.

Mas voc√™ pode se perguntar: "Como posso saber se consegui umedecer o solo at√© uma profundidade de 1 p√©?" Bem, existem produtos especificamente projetados para ajudar voc√™ a fazer essas determina√ß√Ķes. Por exemplo, voc√™ pode comprar uma sonda de solo na Amazon. Este produto consiste principalmente de uma haste de metal. A id√©ia por tr√°s disso √© que, depois de regar a √°rvore, voc√™ empurra a vara para baixo no solo o mais longe que puder.

Solo √ļmido √© mais f√°cil de penetrar do que o solo seco

O solo √ļmido √© mais f√°cil de penetrar do que o solo seco, de modo que a haste deve deslizar facilmente atrav√©s de qualquer terra que tenha sido regada o suficiente.Se voc√™ puder empurrar a haste para baixo a 1 p√© de profundidade, mas depois encontrar resist√™ncia (significando solo seco), voc√™ provavelmente alcan√ßou seu objetivo de regar a √°rvore at√© a profundidade correta. A √°gua que se infiltra mais abaixo do que aquela n√£o √© usada e, portanto, √© desperdi√ßada.

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